Bolog - O Blog da Bola, por Eugênio Leal


Gramado anti-futebol

Se o Maracanã foi o diferencial para o Flamengo, o Durival de Brito transformou-se no grande problema vascaíno no chatérrimo empate com o tricolor curitibano.

 

Seu gramado irregular e duro, aliado á pequena dimensão, dificulta a prática do bom futebol. Ninguém consegue dominar uma bola de primeira e isso dá tempo ao marcador de fazer o corte.

 

É lamentável que, ainda em 2007, a CBF permita este tipo de recurso que favorece as equipes fracas tecnicamente, que jogam na base da vontade. É assim que o Paraná vem se mantendo na primeira divisão: monta times limitados e apela para o anti-futebol.

 

O Vasco até começou ousado, buscando o gol. Depois o Paraná reagiu e equilibrou a partida, mas ninguém abria o placar. No segundo tempo o time de Celso Roth desistiu da vitória. Viu o Paraná crescer e errou muitos, muitos passes. Deu sono.

Queria entender porque o Vasco pisou no freio na segunda etapa. Queria entender também porque Andrade não pode entrar no lugar de Amaral.  Mas o treinador vascaíno tem crédito pois vem fazendo um belo trabalho. O time encerra o turno em quarto, com um jogo a menos. Ninguém esperava isso no início do ano.



 Escrito por Eugênio Leal às 16h40 [] [envie esta mensagem] []






Maracanã é reforço

 

O Maracanã foi o grande parceiro rubro-negro na virada contra os Pernambucanos. Parecia mais uma desculpa esfarrapada de Kléber Leite quando na sexta-feira ele disse que o Flamengo ia mal porque jogou pouquíssimas vezes no Maracanã. O jogo de sábado mostrou que ele estava certo.

 

Atuando em casa, ao lado da torcida, o Flamengo é outro time: mais confiante, mais à vontade. É claro que a vitória não apaga os erros (que ainda são muitos), mas dá uma ponta de esperança a um time que tem talentos e pode crescer de produção.

 

O Flamengo está mudando radicalmente durante o campeonato e isso tem um preço. Além do técnico, mais da metade da equipe que começou o campeonato já mudou. É preciso tempo para que os novos atletas se entrosem, adquiram forma física e ganhem ritmo de jogo.

 

Gostei de ver o argentino Maxi Biancucchi. Mostrou velocidade, qualidade de drible e objetividade. Vai ser uma peça importante. Ibson, enquanto teve gás, foi o principal jogador do time e Roger, que estava apagado, deu um lindo passe para o gol de Léo Moura.

 

Quem está devendo é Renato Augusto. Sabemos que ele tem qualidade, mas não encontrou ainda sua posição ideal dentro de campo. Aliás, este é o trabalho de Joel: encaixar as boas peças de sua equipe: Leo Moura, Juan, Ibson, Roger, Renato Augusto, Obina e Maxi.

 

A defesa é um problema. Rômulo não comprometeu contra o Náutico, mas não dá pra saber até onde ele será eficiente. Só o tempo dirá. Fábio Luciano fez gol, mas não foi testado defensivamente. E Angelim se viu facilmente envolvido pelos dribles de Felipe.

 

É um setor problemático, ainda. Para começar a melhorar é preciso conscientizar todos os jogadores de sua importância defensiva. Até o centroavante precisa marcar. O futebol moderno exige

 Escrito por Eugênio Leal às 16h36 [] [envie esta mensagem] []




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