Bolog - O Blog da Bola, por Eugênio Leal


Desperdício alvinegro

O Botafogo perdeu a chance de assegurar a vaga nas quartas de final da Copa Sul Americana com antecedência. Na estréia de sua nova casa encarou um River Plate que nem de longe honra sua fama. Pena que o Botafogo só jogou quarenta e cinco minutos.

No primeiro tempo, especialmente após os trinta minutos, o time de Cuca mandou no jogo e criou várias oportunidades de gol. Foi premiado com um gol em belo chute de Joílson, aos quarenta e quatro. Mas o Botafogo não voltou para o segundo tempo.

A parte final do jogo viu um fraco River Plate lutando para empatar o jogo diante de um adversário aparentemente anestesiado. O resultado de um a zero é perigoso porque, na Argentina, o River terá outra motivação e a tendência é que o alvinegro sinta a falta de costume com competições internacionais.

A festa da torcida foi bonita, enchendo a nova casa. Que seja sempre assim.



 Escrito por Eugênio Leal às 22h45 [] [envie esta mensagem] []






Clássico mineiro

O clássico entre Cruzeiro e Atlético é o jogo do ano. Não apenas este do segundo turno do brasileirão, mas a soma dos jogos que eles fizeram na temporada. Quem não lembra da final do campeonato de lá, com aqueles quatro a zero do galo, em que o Fábio levou um gol de costas?

O jogo do primeiro turno também terminou com o placar de 4 a 3, assim como este último. Desta vez prevaleceu o melhor elenco cruzeirense. Quando o Atlético virou para 3 a 2, Dorival Jr. colocou em campo Kerlon e Guilherme, retomando o controle do jogo. 

Os dois garotos têm grande qualidade técnica e logo na primeira vez quem tocaram na bola fizeram o 3 a 3. Guilherme provou ser mais eficaz que o foquinha, que perdeu duas oportunidades claras de aumentar o placar.

Quanto ao polêmico lance da expulsão de Coelho eu sinceramente não vejo nada demais. O lateral atleticano fez uma falta dura e foi expulso corretamente. Há faltas muito mais violentas que não são punidas com a mesma veêmencia. 

Quanto à ação de Kerlon ao conduzir a bola coma  cabeça também não vejo nada demais. Não há na regra nada que o impeça de fazer aquilo. Cabe aos adversários descobrir uma maneira de pará-lo sem falta.    



 Escrito por Eugênio Leal às 09h29 [] [envie esta mensagem] []




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